O Tribunal Superior Eleitoral formou maioria para negar o registro de candidatura de Jerson Domingos, ex-presidente da Assembleia Legislativa e do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul, nesta quinta-feira, 8 de outubro.
Quatro ministros acompanharam o recurso da Procuradoria Regional Eleitoral contra o registro autorizado pelo TRE-MS. Com o entendimento, Jerson perde a segunda suplência da Federação União Progressista.
Dione Hashioka passa a ocupar essa posição, atrás de Marcelo Miranda, primeiro suplente. Os 16.884 votos recebidos por Jerson permanecem contabilizados para a federação.
O pedido de impugnação menciona denúncias relacionadas à Operação Omertà. Jerson responde a acusações de embaraçar investigação, integrar organização criminosa armada e tráfico de armas. A defesa contesta as acusações.
O advogado Alexandre Ávalo sustenta que não há comprovação concreta da participação do ex-deputado na organização investigada.
O caso de Jamilson Name também aguarda julgamento no TSE. A validação de seus votos poderá ampliar de quatro para cinco o número de deputados eleitos pela federação.
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