Em uma decisão arrasadora, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) desmascarou e rechaçou, por unanimidade, a tentativa desesperada da ex-deputada Rose Modesto de perseguir suas adversárias políticas Adriane e Camila. A coligação Unidos Por Campo Grande (PDT/UNIÃO), encabeçada por Rose, sofreu um duro revés ao ter seu recurso rejeitado contra uma decisão favorável à prefeita Adriane Lopes e sua vice, Dra. Camilla.
A tentativa de silenciar Adriane Lopes partiu de uma representação movida pela coligação de Rose Modesto durante o processo eleitoral, alegando que um vídeo divulgado pela campanha de Adriane teria utilizado trucagens e manipulações para induzir o eleitor a erro, associando a ex-deputada ao presidente Lula. Entretanto, a Justiça Eleitoral desmascarou essa acusação infundada, destacando que o conteúdo da propaganda não passou de uma legítima crítica política, dentro das regras do jogo eleitoral.
O juiz Marcelo Andrade Campos Silva, da 44ª Zona Eleitoral, já havia reconhecido na primeira instância que não houve manipulação ou fake news no vídeo, decisão essa agora referendada pelo TRE-MS. A corte eleitoral reiterou que o material questionado tinha um “nítido caráter de crítica política” e que não havia qualquer prova de falsidade evidente. Em outras palavras, Rose Modesto tentou censurar uma propaganda legítima simplesmente porque não gostou do que foi dito.
A acusação da coligação da ex-deputada de que houve uma tentativa de criar um perfil falso da candidata no Instagram para vinculá-la ao PT foi igualmente rejeitada. O TRE deixou claro que não identificou qualquer irregularidade na peça publicitária e que a associação política faz parte do embate eleitoral. Além disso, o Tribunal ressaltou que a trajetória de 14 anos de Rose na política sem resultados significativos é um fato passível de crítica legítima e não uma mentira fabricada.
Mesmo após perder as eleições, Rose Modesto insistiu em recorrer da decisão, numa clara demonstração de que não aceita sua derrota nas urnas. Se antes a tentativa era silenciar Adriane durante o pleito, agora tudo indica que se trata de uma perseguição movida por ódio e inconformismo com o resultado eleitoral. O TRE, no entanto, manteve o entendimento da primeira instância e negou provimento ao recurso, reafirmando que não houve qualquer irregularidade na propaganda eleitoral de Adriane Lopes.
A derrota de Rose Modesto no TRE escancara não apenas a fragilidade de sua estratégia jurídica, mas também a hipocrisia de sua campanha, que tentou usar a Justiça Eleitoral para calar opositores. Em vez de apresentar propostas concretas e debater sua própria trajetória, optou pelo vitimismo e pelo apelo judicial fracassado. Agora, resta à ex-deputada recorrer dentro do prazo legal, numa tentativa desesperada de reverter o inevitável: o reconhecimento de que sua tentativa de censura foi um fiasco.
Essa decisão do TRE reforça ainda mais a percepção de que os opositores de Adriane Lopes continuam, mesmo após sua vitória eleitoral no ano passado, tentando desgastar sua imagem perante a população. Virou uma estratégia criar narrativas, inverdades e até mesmo tentativas de perseguição judicial infundadas, na esperança de enfraquecer sua gestão. No entanto, a Justiça Eleitoral tem demonstrado que não se curva a essas manobras políticas e garante que a verdade prevaleça.
Com esse revés esmagador, fica claro que a Justiça Eleitoral não se deixa manipular por jogadas políticas oportunistas. Resta saber se Rose Modesto aceitará sua derrota ou continuará insistindo em manobras que apenas expõem ainda mais sua fragilidade no cenário político sul-mato-grossense.