Campo Grande será palco de mais uma ofensiva da militância de esquerda contra a prefeita Adriane Lopes (PP) e sua vice, Dra. Camilla Nascimento (Avante). O protesto, marcado para o dia 5 de abril, às 9h30, na Avenida Afonso Pena com a Rua 14 de Julho, reúne movimentos LGBT, militantes feministas, lideranças de religiões de matriz africana e setores ligados ao PT. Além disso, a manifestação contará com a presença da polêmica Marcha da Maconha, que defende a legalização das drogas, levantando questionamentos sobre as verdadeiras intenções do ato. A mobilização é vista como uma tentativa clara de desestabilizar uma gestão séria, comprometida com os valores da população.
Desde que foi democraticamente eleita, Adriane Lopes tem sofrido ataques sistemáticos da esquerda, que se recusa a aceitar a derrota nas urnas. Utilizando pautas ideológicas e narrativas distorcidas, esses militantes promovem uma campanha de desinformação para enfraquecer uma administração que tem trabalhado incansavelmente para resolver os problemas da cidade, muitos deles herdados de gestões anteriores.

O vereador petista Jean Ferreira, um dos principais incentivadores do ato, tem usado suas redes sociais para convocar militantes e espalhar discursos de oposição, insistindo em pedir novas eleições sem qualquer fundamento. Ferreira e seus aliados ignoram que a crise na saúde pública, por exemplo, foi agravada na gestão de Marquinhos Trad, marcada por negligência e falta de investimentos, que resultaram em mais de mil mortes durante a pandemia de Covid-19.
Enquanto a prefeita Adriane Lopes se dedica a reorganizar a cidade e melhorar os serviços públicos, esses movimentos seguem apostando no caos e no ataque à democracia.
A população de Campo Grande está atenta e saberá diferenciar quem realmente trabalha pelo bem da cidade e quem apenas age por interesses políticos e ideológicos. A dúvida que fica é: essa manifestação terá apoio popular ou será mais uma tentativa frustrada da esquerda radical de impor sua agenda à força?